O que esperar do desenvolvimento social econômico do Brasil em 2019?

Publicado no meu antigo blog, em 30 de dezembro de 2018.
O Brasil foi marcado por várias eras desenvolvimentistas ao longo dos anos, principalmente no século XX, com as medidas do presidente Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek ou até a Ditadura civil-militar pode ser caracterizada como desenvolvimentistas. Mas na eleição de 2018, os candidatos ditos desenvolvimentistas( Boulos, Ciro e Haddad), não ganharam a eleição, acabou que o outsider na política nacional, Jair Bolsonaro de extrema-direita, ganhou as eleições presidenciais. Bolsonaro irá se alinhar diplomaticamente com o EUA, e com o ultraliberalismo econômico de Guedes, o Chicago boy brasileiro. O neoliberalismo vem ganhando espaço na política internacional, desde a década de 80, com o fim da URSS. Mas como nós sabemos, esses países não se tornaram grandes potências utilizando políticas de laissez-faire, muito pelo contrário. Reino Unido na “era monarca”, começou a perceber que era importante estabelecer políticas protecionistas, para estabelecer uma base industrial e comercial de caráter nacional. Logo após essas medidas serem estabelecidas, Reino Unido foi emergindo como uma grande potência. Esses mesmos fatos ocorreram nos EUA na grande crise de 29, e agora em 2018, com o Donald Trump estabelecendo essas medidas para retirar a entrada de capital chinês. Mas a pergunta é; se essas medidas emergiram grandes potências, porque o EUA e China taxam protecionismo como um monstro?

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Xadrez Verbal Podcast #179 – Bolsonaro e Trump

Xadrez Verbal

Bolsonaro foi até Trump e você vai entender tudo sobre o encontro aqui neste programa. Passamos os fatos, as notícias e chamamos um time de primeira linha para te explicar tudo. O geofísico Sérgio Sacani, editor do canal Space Today TV no YouTube, vai nos explicar tudo sobre o acordo de Alcântara. A professora da USP Mariana Aldrigui vai explicar sobre turismo e a questão dos vistos.

O professor de Relações Internacionais da FGV Matias Spektor vai nos brindar com uma análise política sobre o encontro entre Trump e Bolsonaro. Pra fechar, um papo especial sobre OCDE e o Brasil com a professora Vivian Almeida, que é da casa. Também passamos pela Europa, com a última do Brexit, e fomos também até o Cazaquistão. Além disso tudo nós giramos pelo mundo, a semana na História, peões da semana e dicas culturais fecham mais um podcast do Xadrez Verbal!

Você nem…

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El gobierno imperialista estadounidense y sus actitudes violentas contra el pueblo venezolano

El gobierno estadounidense, desde hace mucho tiempo comentando actitudes contra la soberanía venezolana, desde la entrada de Chávez en Venezuela, que trajo la nacionalización del petróleo. En 2014 Venezuela entró en una crisis económica gracias a la especulación del capitalismo financiero, y la actitud del gobierno norteamericano fue culpar totalmente al gobierno chavista, desde allí la presión norteamericana sólo viene aumentando, empleando sanciones dejando perjuicios gigantescos en una economía ya , sanciones empleadas por el hecho de que el Gobierno Maduro no representa los intereses imperialistas de EEUU. Ahora están apoyando al golpista Juan Guiadó que representa los intereses de Donald Trump y del Grupo Lima. Ahora en Venezuela, Trump y EEUU no tienen ninguna preocupación “humanitaria”. Se trata de una hipocresía para justificar, una vez más en la historia, la intervención imperialista, que fue apoyado por gobiernos latinos-americanos. La posición del gobierno estadounidense fue de culpar al gobierno del pueblo venezolano de la violencia en la frontera, lo que en realidad esa violencia fue provocada por las fuerzas golpista de y de grupos de extrema derecha.

La posición de los partidos brasileños proviene de las acciones imperialistas norteamericanas, sólo algunos partidos de la izquierda brasileña se posicionaron a favor de la soberanía venezolana: PSOL, PCB y PSTU. ¡Toda mi solidaridad a los partidos anticapitalistas y al pueblo venezolano!

Artículo hecho por Matheus Rodrigues Alves, columnista y fundador del The Brazilian Post, militante socialista demócrata del PSOL.

O governo imperialista estadunidense e suas atitudes violentas contra o povo venezuelano

O governo estadunidense, vem há muito tempo comentando atitudes contra a soberania venezuelana, desde a entrada de Chávez na Venezuela, que trouxe a nacionalização do petróleo. Em 2014 a Venezuela entrou em uma crise econômica graças a especulação do capitalismo financeiro, e a atitude do governo norte-americano foi culpar totalmente o governo chavista, desde aí a pressão norte americana só vem aumentando, empregando sanções deixando prejuízos gigantescos em uma economia já abalada, sanções empregadas pelo fato do Governo Maduro não representar os interesses imperialista dos EUA. Agora estão apoiando o golpista Juan Guiadó que representa os interesses de Donald Trump e do Grupo Lima.
Agora na Venezuela, Trump e os EUA não têm qualquer preocupação “humanitária”. Trata-se de uma hipocrisia pra justificar, mais uma vez na história, a intervenção imperialista, que foi apoiado por governos latinos-americanos. A posição do governo americano foi de culpar o governo do povo venezuelano da violência na fronteira, o que na verdade essa violência foi provocada pelas forças golpista de grupos de extrema direita.

A posição dos partidos brasileiros forem prol das ações imperialistas norte-americanas, apenas alguns partidos da esquerda brasileira se posicionaram a favor da soberania venezuelana: PSOL, PCB e PSTU. Toda minha solidariedade aos partidos anti-capitalistas e ao povo venezuelano!

Artigo feito por Matheus Rodrigues Alves, colunista e fundador do The Brazilian Post, militante socialista democrata do PSOL.

Entrevista|Com um iraniano revolucionário

Cantos à glória do Islã e à nação iraniana, palavras de ordem antiamericanas ou contra a dinastia saudita: o Irã lançou nesta sexta-feira (1º) as cerimônias que marcam o 40º aniversário de sua Revolução Islâmica.

Com bandeiras nas cores verde, branco e vermelho, milhares de pessoas se reuniram no mausoléu do imã Khomeini, em Teerã, a pedido das autoridades.

Há 40 anos foi instaurado no Irã, um teocracia fundamentalista totalitária, onde se persegue opositores, prendendo, torturando, ou até os matando, um regime opressivo e antidemocrático.

“Irã executou ao menos 966 pessoas em 2015, recorde em 20 anos

Dados foram divulgados pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU.
Além disso, 73 menores também foram executados entre 2005 e 2015.”

  https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/02/01/ira-inicia-comemoracoes-do-40o-aniversario-da-revolucao-islamica.ghtml

Entrevista com Mohammad, o revolucionário iraniano

Para que não não haja possíveis acusações contra Mohammad, não irei falar seu nome completo, espero que entendam.

Matheus Rodrigues (entrevistador)

1) Qual é a sua posição sobre o governo iraniano?


Mohammad: Eu sou monarquista e quero derrubar o regime do Irã.


Matheus Rodrigues (entrevistador)

2) Você se sente preso?


Mohammad: Sim, o Irã sob o regime islâmico é como uma grande prisão e somos prisioneiros que estão presos nesta prisão.


Matheus Rodrigues (entrevistador)

3) Você é um seguidor do Islã?


Mohammad: Não, eu era um muçulmano antes, mas pesquisei sobre o Islã e descobri que é contra o Irã e os iranianos, então me tornei um ateu.


Matheus Rodrigues (entrevistador)

4) O que você acha das posições dos EUA em relação ao Irã?


Mohammad: nós temos dois partidos principais em democratas e republicanos dos EUA.
As posições dos democratas eram tão ruins para o povo do Irã, porque apoiavam o regime do Irã, mas depois de Obama, quando Trump se tornou presidente, as posições dos EUA mudaram sobre o Irã.
Ele foi o único homem que ouviu nossas vozes nas ruas e decidiu se posicionar com o regime do Irã, colocando sanções no regime e tornando-as mais frágeis do que no passado, finalmente apóio as posições dos EUA sobre o Irã porque acredito que seja bom nos.


Matheus Rodrigues (entrevistador)

5) Você é anti-LGBT, como o atual regime no Irã?


Mohammad: Não, o povo do Irã pensa diferente, não apoiamos o regime do Irã e suas ideologias.


Matheus Rodrigues (entrevistador)

6) O que você acha das diretrizes progressistas, que não têm representação no atual regime fundamentalista islâmico?


Mohammad: eles fazem todas as regras islâmicas no Irã e é por isso que o Irã se voltou para um país perverso no mundo que apenas segue suas ideologias perigosas e está tentando publicá-lo em todo o mundo.


Matheus Rodrigues (entrevistador)

7) Você participa de manifestações contra o regime iraniano?


Mohammad: Sim, participei muitas vezes, a última foi no ano passado. houve muitas pessoas que participaram da manifestação e muitas pessoas presas e algumas pessoas mortas pelo governo nas ruas.


Matheus Rodrigues (entrevistador)

8) O que você acha da intervenção americana nos assuntos do governo iraniano?


Mohammad: Acho que ninguém gosta que outros países como a Rússia, EUA, Inglaterra e etc interfiram em seu país porque todos querem ter um conselho independente. Também achamos que não queremos que outros países interfiram no Irã porque um país independente é melhor.


Matheus Rodrigues (entrevistador)

9) você já saiu do Irã?


Mohammad: Não, eu nunca saí do Irã, é difícil deixar o Irã e ir para outros países por muitas razões, como passaporte fraco, pobreza, processos difíceis para sair do país e etc.


Matheus Rodrigues (entrevistador)

10) Você não tem medo de ser descoberto?


Mohammad: Se eu disser não, eu menti, todo mundo tem medo de regime porque eles matam oponentes nas cadeias e até mesmo temeram adversários fora do Irã, então se eu pegar pelo governo eles me executarão como um espião ou outras acusações.


Matheus Rodrigues (entrevistador)

11) É verdade que eles colocam pessoas mortas em praças públicas ou algo do tipo?


Mohammad: sim, eles executam oponentes em parques, estádios, squars e …
Eles fazem isso em lugares públicos, porque as pessoas podem assisti-lo facilmente e criar um medo dentro dos iranianos, até mesmo encorajam as pessoas a observá-los, especialmente crianças e adolescentes.

OPINIÃO: O que você Mohammad acha do Bolsonaro?

Acho que Bolsonaro é um presidente diferente para o Brasil porque ele tem posições diferentes sobre muitas coisas.
O regime do Irã o odeia porque se aproximou de Israel e dos EUA e se afastou do regime iraniano. Eu não sei muito sobre ele e não sei se ele é bom para brasileiros ou não, mas eu acho que ele é melhor que presidentes anteriores como Lula, Roussef e etc. Eu não posso julgá-lo porque, eu não moro no Brasil tão somente, você pode julgá-lo porque você mora no Brasil. Eu acho que os brasileiros o apóiam porque, se você não o fizer, ele não seria presidente.

RECADO DE MOHAMMAD AO BRASIL

Povo do Brasil
Como iraniano, gosto do Brasil e dos brasileiros.
Seu país é lindo e é um dos países mais fortes do mundo. Quando eu ouvi o nome do Brasil eu me lembro de futebol.
Infelizmente, o regime do Irã mostrou uma má face do Irã e dos iranianos para o mundo, não seguimos suas ideologias e não as apoiamos. Tenho certeza que no novo futuro teremos bom relacionamento com todos os países do mundo novamente
Desejo o melhor para o Brasil e para os brasileiros.

———————————————————————————————————————————–Os iranianos vivem em um regime totalitário fundamentalista sanguinário, toda minha solidariedade! Torço para derrubar esse regime fundamentalista anti-popular.

Meu Twitter: MR Matheus Rodrigues

A tentativa de golpe na Venezuela e a violação dos direitos humanos cometidos por Maduro

A crise na Venezuela se pendura há muito tempo, desde 2014, com a queda do petróleo no mercado internacional, que teve esse grande impacto na Venezuela devido a importância econômica do produto no país, sendo a única fonte de exportação da Venezuela. O Hugo Chávez, um dos políticos mais influentes na America Latina, alguns o odeia, outros ainda o amam, ele foi muito influente no seus mandatos, sempre teve a catividade da população venezuelana, graças a suas medidas populistas de centro-esquerda. Mas a vida de Chávez não começou ao ele ganhar à presidência da Venezuela. No final do século XX, em 1992 Hugo Chávez tentou um golpe militar, mas não foi bem sucedido, após alguns anos ele conquistou a presidência da República Bolivariana da Venezuela, mas em 2002 ele foi alvo de um golpe:

“A mais antiga democracia da América do Sul, então com 34 anos, a Venezuela foi alvo de uma tentativa de golpe na madrugada do dia 4 de fevereiro de 1992. Um grupo de militares venezuelanos, liderado pelo então tenente-coronel Hugo Chávez, além de outros três oficiais da mesma patente (Francisco Arias, Jesus Miguel Ortiz e Francisco Urdaneta), tentou depor o presidente Carlos Andrés Pérez. A tentativa de golpe militar fracassou em 12 horas, e os seus líderes foram presos.

O levante de 1992 se aproveitou da insatisfação da tropa com salários, em meio a um plano de austeridade econômica adotado por Andrés Peréz, além da disputa de fronteiras com a Colômbia. Nas quatro principais cidades da Venezuela — Caracas, Maracaibo, Valencia e Maracay — foram presos 133 oficiais e 956 soldados. Durante o motim, pelo menos 18 pessoas morrreram e 60 ficaram feridas. No Brasil, o presidente Collor condenou a tentativa de golpe e manifestou apoio a Andrés Pérez.

Em novembro de 1992, a Venezuela foi alvo de nova tentativa de golpe militar, liderada da prisão por Hugo Chávez. Às 4h da madrugada do dia 27 de novembro (6h de Brasília), os rebeldes iniciaram o movimento e tentaram, novamente, tirar Andrés Pérez do poder. Na capital, o Palácio de Miraflores chegou a ser bombardeado, e houve combates nas ruas de Caracas. Mais de cem pessoas morreram e, 15 horas após os primeiros confrontos, o presidente garantia que já havia sufocado o levante, segundo O GLOBO noticiou na sua manchete da edição do dia 28 de novembro.”

Leia mais: https://acervo.oglobo.globo.com/em-destaque/chavez-lidera-golpe-fracassado-em-1992-e-alvo-de-golpistas-na-venezuela-em-2002-12002718#ixzz5eD1TItsR
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A Venezuela foi se tornando uma autocracia com o tempo, principalmente com às medidas de Chávez ao criar uma Assembleia Constituinte dando mais poder ao executivo, e o tornando mais centralizado.

Com 95 por cento dos mandatos, os chavistas reduziram o tamanho do Parlamento e tornaram‑no unicameral, prolongaram o mandato presidencial por um ano e permitiram uma reeleição imediata, e criaram uma comissão legislativa que dispensou juízes e agentes de fiscalização, nomeou substitutos e legislou por seis meses com controlo reduzido. Em 2002, Chávez emitiu 49 decretos presidenciais a fim de, entre outras coisas, aumentar o seu domínio sobre a companhia de petróleo estatal (PDVSA). Entre 2004 e 2010, usou repetidamente legislação para condicionar o Supremo Tribunal de Justiça (2004) e enfraquecer os meios de comunicação adversos (2004, 2005, 2010), bem como referendos (em 2007 e 2009) para prolongar indefinidamente o seu tempo no poder.

No total, Chávez levou seis anos para corroer a responsabilização horizontal e mais três para corroer a responsabilização eleitoral. Apesar de limitadas, as eleições na Venezuela em 2006 ainda eram consideradas livres e justas1. Em 2009, já não era o caso. Com total controlo sobre o Parlamento, Tribunais e órgãos de fiscalização, o Governo foi capaz de perseguir membros da oposição e distorcer severamente o seu acesso aos meios de comunicação e outros recursos, tornando quase impossível derrotar o chavismo nas urnas.

Após a morte de Hugo Chávez, em maio de 2013, o então vice-presidente constitucional, Nicolás Maduro assumiu o cargo como presidente, foi eleito presidente democraticamente, mesmo a eleição não sendo perfeita, em 2018 o regime Nicolás Maduro fraudou as eleições, não só isso, seu governo vem violando os direitos humanos há um tempo, prendendo políticos opositores e os torturando. Mas não há um lado certa na história venezuelana, os opositores já cometeram várias atrocidades ao longo dos anos de oposição. No dia 23 de janeiro, o líder da oposição Juan Guiadó se auto declara presidente, o golpista Guidó tem ligações com
Washington, e já declarou ser favorável há uma intervenção militar imperialista na Venezuela. Guidó foi reconhecido pelo EUA, Reino Unido, União Europeia, Brasil, Chile, Colômbia[…] mas não foi reconhecido pelo México, China, Russia, Uruguai, Bolívia e Grécia.

MST, MTST e movimentos sociais afins.

Os movimentos sociais no Brasil sempre tiveram um grande papel na luta social, por conta do abismo de desigualdade social-econômica brasileira, provocada pela má distribuição de renda que se encontra o Brasil, em meio a esses movimentos, surgiram o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, trabalham para uma reforma reforma agrária no brasil, que já está prevista na constituição. Uma agricultura familiar que prioriza, não usar agrotóxicos, de uma forma mais sustentável e menos prejudicial a saúde brasileira, voltarei a esses tópicos novamente.

Outro movimento muito importante, é o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), que ocupam, áreas urbanas sem função social, como segue também o MST.

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra

Um dos ideais mais defendidos pelo MST, é a reforma agrária, uma ideia que sempre causou alvoroços no Brasil, desde os movimentos campesinos defenderam a tese da revolução agrária. O primeiro se deu entre os anos de 1920 e 1930, com a Coluna Prestes e a criação do Partido Comunista Brasileiro(PCB). Outro momento se deu na década de 1960, com a criação das Ligas Camponesas (com o lema” Reforma Agrária na lei ou na marra “) e no episódio da Guerrilha do Araguaia. Esses episódios relacionados a Reforma Agrária, voltou a tona em no dia 13 de março de 1964, no Comício da Central

do Brasil, o que levou ao presidente João Goulart, assinar um decreto institucionalizando, a Reforma Agrária, juntando isso, os militares assumiram a presidência, que segundo eles, Jango representava uma ameça comunista, sendo que, a Reforma Agrária, surgiu, na Grécia antiga, mais precisamente em no século VI a.C, pelo Licurgo de Esparta foi um lendário legislador da pólis de Esparta, mas não sabemos se Lucurgo realmente existiu, só sabemos que a ideia de uma Reforma Agrária surgiu a partir daqui:

A (…) instituição de Licurgo, talvez a mais ousada, foi a repartição das terras. Reinava naquela época em Esparta uma desigualdade extraordinária. Achava-se a cargo do Estado uma multidão de pobres, enquanto as riquezas afluíam a um exíguo número de famílias, o que suscitava a arrogância, a inveja, a fraude e a prodigalidade. Com o objetivo de suprimir “completamente todos esses males e ainda outros mais graves que o Estado sofria como conseqüência da riqueza e da pobreza, Licurgo persuadiu os cidadãos a que entregassem suas terras à coletividade, repartissem de novo entre eles e vivessem juntos em uma igualdade e uma comunidade de bens absolutos, de modo a que não buscassem outra vantagem que a virtude, e que não existissem outras desigualdades e diferenças exceto as que implicam os elogios pelas boas ações e reprimendas pelas más”.

O MST, surgiu em meados da ditadura militar, em contrapartida a reforma do campo estabelecida pelos militares que segundo o MST:

A ditadura implantou um modelo agrário mais concentrador e excludente, instalando uma modernização agrícola seletiva, que excluía a pequena agricultura

O que não deixa de ser uma verdade histórica, que os próprios militares assumiram e várias conversas gravadas.

O hoje no século XXI, o MST se alinhou politicamente com os Partidos dos Trabalhadores(PT), ganhou vários prêmios, sendo um deles

“Um trabalho inédito de conservação ambiental em assentamentos rurais no Pontal do Paranapanema, em São Paulo, rendeu ao engenheiro florestal Laury Cullen Jr., 35 anos, o mais importante prêmio de conservação ambiental do mundo.

Laury Cullen Jr., pesquisador do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ) e mestre em conservação ambiental pela Universidade da Flórida, recebeu o Whitley Gold Award das mãos da princesa Anne em uma cerimônia na Royal Geographical Society, em Londres.

O prêmio, no valor de 50 mil libras (R$ 167 mil), será usado na ampliação do programa que, em cinco anos, já conseguiu recuperar uma área equivalente a 350 campos de futebol de Mata Atlântica.” ( https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2002/020315_whitleyss.shtml )

O MTST, é um movimento social caracterizado pela ocupação urbana, o coordenador do MTST, é o socialista do PSOL, Guilherme Boulos. Umas das caracteristicas dessa ocupação, é o acupamento de imoveis sem funcionalidade social, que está prevista no artigo; Art 186 da CF/88(rural) e 182, § 4º, I, II, e III ( urbano)


Fontes: http://www.mst.org.br/nossa-historia/

http://www.mst.org.br/

FERREIRA, Pinto . Curso de Direito Agrário

Historia econômica do Brasil

1964, Marcos napolitano